terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
“Senti as mãos dela subindo pelas minhas costas, trazendo minha camiseta junto e deixei que ela tirasse. Depois disso, arranhou com força do meu ombro até a minha cintura, realmente cravando as unhas, deixando marcas. Eu gemi baixo e fiz uma careta. — Machuquei você? — ela sorriu contra os meus lábios. — Foi uma dor gostosa — respondi. — Tô marcando território — ela passou as mãos por onde havia arranhado, fazendo só carinho dessa vez. — E isso significa que? — Você é meu.”
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